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segunda-feira, 27 de maio de 2013

EDITORIAL: Os ídolos do presente no automobilismo brasileiro


Com uma história rica no automobilismo europeu, o foco da torcida brasileira passa longe das provas norte americanas, onde há muito tempo o país vem acumulando conquistas.






A vitória de Tony Kanaan na Indy 500 talvez represente mais do que um grande triunfo para o automobilismo brasileiro, há muito tempo, o esporte a motor carece de um grande ídolo para alavancar o interesse do público local pelo esporte.

É fato, que os títulos na Fórmula 1 desde Emerson Fittipaldi, passando por Nelson Piquet e Ayrton Senna, fizeram dos torcedores do Brasil um público fiel a categoria europeia, e hoje em dia, com tantos brasileiros fazendo sucesso fora da Europa, está na hora de mostrar para os amantes do automobilismo que existe vida fora da do velho mundo.

Para os leitores que não sabem, a prova de Indianápolis possui uma das mais ricas histórias do automobilismo mundial, sua primeira edição foi em 1911, antes mesmo de ser disputada a primeira temporada da Fórmula 1, em 1950.

Em mais de 100 anos de história, as 500 milhas coleciona em seu repertório, equipes e pilotos que marcaram época no mundo do automobilismo. Entre 1950 e 1960, a prova fez parte do calendário da categoria máxima do esporte a motor, mas mesmo após a saída da Fórmula 1 de Indianápolis, grandes equipes da categoria europeia mandavam seus carros e pilotos para tentar vencer a mística prova norte americana.

A Equipe Lotus, de Colin Chapman, foi um exemplo de escuderia da Fórmula 1 que venceu a prova mesmo sem a categoria de Bernie Ecclestone participar oficialmente do evento, o lendário Jim Clark venceu em 1965 e o campeão mundial Graham Hill triunfou na edição 1966, com a equipe Mecom.

Fica muito claro que hoje o país não tem um piloto com capacidade de disputar o título mundial na Europa, por outro lado temos uma gama de competidores em condições de levantar o caneco na terra do tio Sam.

Chegou o momento de pararmos para pensar, a Fórmula 1 extremante comercial como é atualmente, não dá  acesso aos pilotos com baixo aporte financeiro, bons pilotos ficam de fora do grid por não possuírem patrocínio para pagar por um lugar no certame, enquanto pilotos de capacidade duvidosa assumem os cockpits disponíveis, quando as equipes é que deveriam abrir os cofres para terem um bom piloto.

A vitória de Kanaan mostrou que existem ídolos  que honram as cores do Brasil no exterior, há muito tempo o país acumula bons resultados fora do velho continente, não é primeira vez que um brasileiro vence a famosa prova no oval de Indianápolis e também não é de hoje que o título da Indy é disputado por pilotos do nosso país.

Está na hora de pararmos de viver no glorioso passado europeu e passarmos a comemorar as vitórias de nossos representantes do presente.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A nova parceria Honda e Mclaren encanta as viúvas de Ayrton Senna

A história do trio Mclaren-Honda-Senna é uma das mais vitoriosas da história da Fórmula 1
SOROCABA-Fala macacada, mal foi anunciada a parceira Mclaren-Honda para a temporada 2015 da Fórmula 1 e as viúvas de Ayrton Senna já estão saltitantes por aí. Não me incomodo com isso (só um pouco), afinal, quem sou eu para julgar viúvas de um homem cuja a morte abrupta foi vista pelo mundo todo e ao vivo.

Para os que não sabem nada sobre automobilismo farei um breve resumo. Em 1988 Senna trocou a equpe Lotus pela Mclaren, ao mudar de escuderia, o brasileiro convenceu os japoneses da Honda, que na época tinham o melhor motor da categoria, a levar seus propulsores para a equipe de Woking, e de fato os cabras de olhos puxados o acompanharam.

Em cinco anos essa parceria rendeu quatro títulos mundiais, três deles conquistados pelo nosso querido, admirável, semi-deus e dono dos mantras sagrados para se atingir o sucesso, Ayrton Senna.

Não vejo motivo para tanta agitação, afinal, os tempos mudaram, a Honda é uma incógnita e a Mclaren é uma equipe instável, e o pior, não mais possui o que outrora fora seu maior trunfo, o brasileiro tricampeão mundial.

Ao que parece, as viúvas de Senna se levantam a qualquer sinal de alguma reedição das cenas acontecidas em um passado não muito distante, mas muita calma macacada, a Mclaren é só uma equipe que não ganha nada há seis anos juntando-se com uma fornecedora de motores que até montou sua própria equipe há alguns anos atrás, mas nunca venceu um campeonato mundial desde Ayrton Senna.

Agora, espero que todas vocês, viuvinhas do meu coração, aproveitem o presente e parem de viver do passado.Sem mais...

Abraço

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Ayrton Senna, 19 anos sem a lenda do esporte a motor

Ayrton, o mito das pista deixou saudades no Brasil e no mundo
Galera do Live Timing Motorsport, hoje completam 19 anos que Ayrton Senna da Silva nos deixou, sua morte aconteceu no dia 1º de maio de 1994, em San Marino.

Naquele fatídico final de semana, os acidentes de Rubens Barrichello na sexta-feira e Rolland Ratzenberger no treino de qualificação,que culminou com a morte do austríaco, deram mostras de que havia algo errado e que a prova não deveria ser disputada.

Senna estava preocupado com a segurança dele e de seus companheiros de profissão,tentou até discutir um possível cancelamento da prova mas a opinião deste que vos fala, é que o brasileiro, além de zelar pela segurança, estava preocupado com o campeonato, afinal, em duas corridas disputadas o tricampeão mundial não havia conseguido sequer marcar um ponto enquanto Micahel Schumacher dominava o campeonato.

O resultado daquele final de semana todos sabemos, Senna colidiu contra o muro de proteção da curva Tamburello devido a uma falha mecânica que impediu o carro da Williams de contornar a famosa "reta torta" do circuito Enzo e Dino Ferrari.

Nascido para quebrar todos os paradigmas do esporte a motor, o tricampeão mundial de Fórmula 1 é considerado um mito das pistas, por muitos anos o brasileiro deteve os recordes de vitórias, pole positions, voltas mais rápidas e muito mais, sendo batido apenas por Michael Schumacher muitos anos depois.

Além dos títulos mundias de 1988, 1990 e 1991, o homem considerado por muitos um herói foi protagonista de inúmeras cenas jamais vistas na categoria máxima do automobilismo mundial.

Na Fórmula-3 inglesa, o piloto canarinho venceu uma prova do certame com o bólido sem freios.

Em 1984, Senna conseguiu um segundo lugar no tradicional circuito de rua de Monte Carlo a bordo de um Toleman, carro problemático que em muitas ocasiões sequer conseguiu classificar para a corrida.

No ano de 1991, o mestre das pistas venceu o GP Brasil com apenas uma marcha.

No GP de Donington Park em 1993, o brasileiro completou a volta que é considerada a melhor de toda a história da Fórmula 1, o piloto a bordo de sua Mclaren largou na quarta colocação e caiu para quinto na primeira curva, a partir daí, a lenda do esporte realizou diversas ultrapassagens e completou o primeiro giro da prova em primeiro lugar.

Enfim, acredito que o ar mítico dispensado a Ayrton Senna, deve-se em grande parte pela sua morte prematura, apesar de não achar o brasileiro o maior piloto da história do esporte, reconheço a sua habilidade, garra, caráter, amor ao esporte e respeito tudo que esse homem honrado realizou dentro e fora das pistas.

Aquele abraço!

domingo, 2 de setembro de 2012

Sessão chicotada da F1



"A verdade está lá fora", no escritório da Federação,sabias palavras da Tiazinha



Como eu havia escrito minutos após o término da prova, Romain Grosjean será suspenso do GP da Itália de F1, a decisão oficial foi divulgada 4 horas após a largada da etapa belga, mas como sou um papa da velocidade, já sabia que tal sanção seria aplicada ao pimpolho da Lotus bem antes do comunicado oficial (a vida é uma lista de contatos), a  nota divulgada pela FIA está logo abaixo.

Os comissários consideram este incidente como uma violação extremamente grave dos regulamentos, pois teve o potencial de causar ferimentos a outras pessoas. Isso tirou os postulantes ao título da corrida”, acrescentou a entidade, via nota.

Pastor Maldonado foi outro que entrou no chicote da Federação e na próxima prova perderá dez posições no grid de largada, cinco posições por ter queimado a largada e mais cinco por bater em Timo Glock, o alemão da Marussia não saiu da prova, mas a punição segundo o critério de Luciano Burti foi "pelo conjunto da obra", (não sei se isso existe, e Burti já tomou uma panca tão forte na cabeça no próprio GP belga de 2001 que não confio muito nele!), mas enfim totalizando dez posições perdidas para a próxima etapa.

Outro pimpão que estava sob observação era vovô queixudo Schumacher que quase bateu em Vettel ao entrar nos boxes, mas pelo critério "idade avançada" e (para irritação dos pachecos!) "melhor de todos os tempos" , o alemão não foi lanhado pela FIA e segue ileso para a etapa da terra das massas.

Esse é o fim da sessão chicotada da FIA,não sei quanto a vocês, mas vou assistir mais uma vez a prova de Spa, fiquem com o Faustão meus pachecos queridos. Abraço!
     
        

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

VÍDEO: Especial Ayrton Senna

Macacada, encontrei um vídeo muito legal no youtube, é um especial sobre os 15 anos da morte de Ayrton Senna feito pelo Sportv, muito bom! Sem mais meus queridos.