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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Consultor da RBR fala sobre o teste secreto da Mercedes e compara ao escândalo de espionagem de 2007

O consultor da equipe RBR, Helmut Marko, afirmou que teste secreto da equipe alemã não foi benéfico apenas no GP de Mônaco, seus resultados servirão para a etapa do Canadá onde os novos pneus da Pirelli serão utilizados.





O polêmico teste da equipe Mercedes, realizado em Barcelona logo após o GP da Espanha, continua dando o que falar entre os dirigentes das equipes rivais. Foram 1000km rodados pela equipe alemã em um teste um tanto quanto estranho, haja visto, que pela regra da Fórmula 1, os testes com os carros da temporada vigente são proibidos fora das datas estabelecidas pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

Helmut Marko, consultor da Red Bull, comparou o teste da Mercedes ao caso de espionagem da equipe Mclaren em 2007, na época, a FIA cogitou a exclusão da equipe de Woking naquele ano, porém, a sanção apilicada foi uma multa de 100 milhões de dólares e a exclusão do mundial de construtores.

Em entrevista ao jornal 'Bild', o consultor da RBR disse; "Vai ter uma audiência, não quando e nem onde, é na direção do caso de espionagem da Mclaren em 2007" e continuou; "Um teste assim, é uma vantagem ainda maior se é imediatamente após a corrida, pois os dados estão todos na mão para serem comparados dando a chance de se fazerem melhoras significativas" comentou o indignado austríaco.

Além das melhoras conseguidas para o GP de Mônaco, outro ponto foi abordado durante a entrevista; "Até a prova da Espanha, havia um cinturão de aço nos pneus, a partir da próxima corrida, o cinturão será de kevlar, justamente o pneu que foi testado. Portanto eles (Mercedes) não tiveram vantagem apenas em Mônaco, mas terão também no Canadá, onde esses pneus começarão a serem usados" finalizou.

terça-feira, 30 de abril de 2013

A "competitividade" da atual Fórmula 1

Pneus são os protagonista da renovada Fórmula 1
(SOROCABA)-Estava caminhando pelas ruas cibernéticas e não pude deixar de reparar que estão pingando inúmeros comentários sobre a atual competitividade da Fórmula 1, uns macacos defendem o regulamento, outros rechaçam o pagode todo. Pois bem, sendo as regras boas ou ruins esse pessoal está chiando atrasado, é por isso que eu digo, torcedor é chato, chefes de equipes e pilotos são chatos, principalmente quando estão perdendo terreno dentro das pistas.

A discussão principal gira em torno dos artifícios que a categoria máxima do automobilismo utilizou para recuperar a emoção das corridas tal qual acontecia na época de Juan Manoel Fangio, pode-se jogar pregos na pista, óleo e até correr na contra mão...

Com a introdução da asa móvel, KERS e adoção de pneus extremamente desgastantes, a Fórmula 1 conseguiu recuperar o prestígio do passado, mas a que preço?

Alguns coitadinhos que acompanham a categoria reclamam que as ultrapassagem são "forçadas" não sendo assim uma corrida de verdade, no que eu concordo em gênero, número, grau e acrescento; essa farofa toda só confunde o torcedor que assiste as provas, sem um conhecimento vasto sobre o esporte a maioria dos pachecos não entendem bulhufas do que acontece na pista.

Por outro lado, não admito aquela ladainha de chefes de equipes (entendam por Helmut Marko da RBR)que transferem toda a culpa do desempenho de seus carros nos pneus; "É duro falar para os pilotos não andarem no limite porque a borracha não aguenta", seu orifício anal que não aguenta, os pneus se desfazem igual gelo na frigideira desde o ano passado, se o carro destrói os pneus é porque ele não é bom o suficiente, um carro rápido não ganha corrida se não for consistente, portanto, vai enganar outro.

O que penso a respeito é que os chefes de equipes não podem reclamar, sabem as regras antes do jogo começar e concordaram com elas, já os torcedores, entendo os que gostam da confusão (não equilíbrio) que é atual Fórmula 1, mas automobilismo é um esporte de máquinas e pilotos e acho que ambos estão perdendo sua importância diante do regulamento que rege a F1. Sem mais...