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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Kubica diz que falta de espaço no cockpit o impede de voltar aos monopostos "Não significa que o rali seja uma segunda opção"


Kubica disse estar feliz por pilotar em alto nível, mesmo que não seja na Fórmula 1. A recuperação do acidente sofrido em 2011 está avançando a cada dia e o polonês já se destaca nas competições de rali.





O polonês Robert Kubica, que competiu na Fórmula 1 entre 2006 e 2010 e tem uma vitória no currículo, explicou o motivo do porque ainda não voltou a pilotar um carro de monoposto. Problemas no movimento rotacional do braço, são as causas alegadas pelo piloto.

"Dirigir um Fórmula 1 não seria  problema, mas será difícil fazer algumas curvas devido a limitação que tenho no braço, infelizmente não posso voltar, pelo menos por enquanto".

Robert falou que uma alteração no regulamento técnico seria a solução para o problema de rotação do braço direito, "Talvez, se a FIA alargasse o cockpit entre 10 a 15cm, eu poderia voltar a competir na Fórmula 1, pois assim eu teria espaço para movimentar o braço", falou o esperançoso polonês.

Atualmente o ex-piloto da Renault e BMW Sauber disputa os campeonatos europeu e mundial de rali.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

FIA pretende congelar o desenvolvimento dos novos motores turbo até 2018


A reportagem da revista 'Auto Motor und Sport' destaca que a medida da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) de congelar os motores, servirá também para pressionar novas marcas que desejem comercializar seu motores para a Fórmula 1.





De acordo com o a revista bávara, a FIA pretende congelar o desenvolvimento dos motores turbo, que voltam a ser usados na próxima temporada após 25 anos de ausência na categoria, desta forma os custos para que os motores sejam desenvolvidos serão gradativamente cortados.

Com essa medida, é interessante que as futuras fornecedoras de motores da Fórmula 1 decidam rapidamente seus futuros, pois com o regulamento congelado, se porventura houver alguma falha nos motores, essas empresas poderão modificar os seus projetos e assim melhorar seus motores antes que o regulamento seja completamente congelado.

Até o momento, Ferrari, Mercedes e Renault serão as fornecedoras de motores para a temporada 2014, a Honda também fornecerá suas unidades motoras a partir de 2015.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Williams fecha acordo de "longo prazo" com a Mercedes para o fornecimento de motores a partir de 2014


Equipe inglesa, confirma parceria com a Mercedes para 2014, onde os motores V8 2.4L aspirados serão substituídos pelos V6 1.6L turbocomprimidos.

 



A equipe Williams anunciou nesta quinta-feira a parceria com a Mercedes para o fornecimento dos propulsores turbo, que serão introduzidos a partir da próxima temporada da Fórmula 1, junto com uma série de mudanças que irão reger o regulamento de 2014 da maior categoria de automóveis do mundo.

Como parte do acordo, a fábrica alemã ficará responsável por fornecer os motores e todo o sistema de recuperação de energia associados ao propulsor alemão. A equipe de Grove continuará produzindo e desenvolvendo sua unidade de transmissão.

Frank Williams, dono da equipe, falou sobre a nova parceria de seu time; "Tenho o prazer de anunciar nossa parceria com a Mercedes para a temporada de 2014, e mais além. A Mercedes têm sido o fornecedor de motor com mais sucesso no esporte, por isso, acreditamos que teremos um pacote competitivo", finalizou o inglês.

Claire Williams, vice-diretora da escuderia também falou sobre o que espera para a equipe; "É uma ótima notícia, assegurar uma parceria de motor é um passo muito importante para o futuro do time"; e frisou; "Estamos ansiosos para trabalhar com a Mercedes no desenvolvimento do carro de 2014".

Com esse acordo, a Williams têm seu quinto fornecedor de motores desde 2000, durante esses anos, BMW, Toyota, Cosworth e Renault empurraram os bólidos de um dos times mais vencedores da história da Fórmula 1.