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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Barrichello critica Bruno Senna e Maldonado

Barrichello tenta ensinar Senna sobrinho a dirigir o carro da Williams antes de partir para a Fórmula Indy
Fala meus pachequinhos queridos, o que vou contar agora não é nenhuma novidade para os amantes da velocidade, os anos passam e nosso querido Rubinho Barrichello não aprende que em boca fechada não entra mosquito.

Hoje em entrevista á rádio Jovem Pam, ao ser questionado sobre o desempenho da sua ex-equipe (Williams) no mundial de F1,e se ele por ventura poderia conseguir um desempenho melhor que os pilotos titulares da equipe de Grove, o pimpão que é recordista de largadas na categoria máxima do automobilismo soltou o verbo:

“Esse tipo de pensamento não pode existir, até porque não estou pilotando o carro e não posso pensar o que poderia ser ou não comigo lá.Mas a verdade é que o carro provou ser muito competitivo. Eles fizeram um bom trabalho, colocando o carro lá à frente de muitos carros do grid em comparação com o ano passado”.

Resposta excelente do brasileiro, mas como é de praxe em entrevistas Barrichellianas, nosso querido pimpão carente da F1 disparou:
 “É uma pena, porque eu acredito que eles deveriam ter, pelo menos, o dobro de pontos que eles de fato têm. Isso acontece, claro, por causa da inexperiência dos seus pilotos, que são rápidos, mas que não souberam aproveitar as chances com o equipamento que eles têm em mãos”
Imagem comum de Maldonado na temporada 2012
Macacada, querem saber de uma coisa?Hoje não vou "malhar" o Rubinho,concordo em gênero, número e grau com o piloto mais chorão da história da Fórmula1 após Prost e Hamilton. E justiça seja feita, quem desenvolveu a carroça azul que deu a primeira vitória da equipe inglesa após jejum de oito anos foi o próprio Barrichello.
O fato é que a Williams apostou na grana dos dois pilotos "meia boca" e agora  está pagando as contas pelo desempenho mediano demonstrado pelos dois meninos babões, cuja vaga foi vendida pelo vovô Frank. 
E o que pensam a respeito do desempenho dos meninos da Williams nessa temporada? E sobre Barrichello? O pimpão fez bem em criticar o desempenho da garotada? Aquele Abraço!

Ayrton Senna, o melhor da história da Mclaren

Macacada, ontem a Mclaren divulgou a lista com os 50 melhores pilotos que já sentaram a bota em seus bólidos, e Ayrton Senna foi escolhido o melhor piloto que já competiu pelo time inglês.

Acho muito justa a escolha, Senna fez coisas inacreditáveis com a Mclaren,além de vencer três títulos mundiais (88/90/91), Ayrton teve atuações incríveis após 1991, quando os carros de Ron Dennis eram mais lentos do que a carreteira de Fred Flinstone, portanto, mais do que merecida a primeira posição do brasileiro.

Vale lembrar que Emerson Fittipaldi aparece como quinto melhor piloto da história da Mclaren, para mim ele é o piloto mais importante da história do Brasil, afinal, se o "Rato" não tivesse aberto as portas da F1, talvez nem Ayrton Senna tivesse chegado lá meus macacos sem cultura.

Abaixo segue a lista dos dez melhores, Coulthard deve estar listado por engano, mas enfim, confiram:
1º Ayrton Senna (BRA)
2º Mika Hakkinen (FIN)
3º Alain Prost (FRA)
4º James Hunt (GBR)
5º Emerson Fittipaldi (BRA)
6º Niki lauda (FIN)
7º Keke Rosberg (FIN)
8º David Coulthard (GBR)
9º Peter Revson (EUA)
10º John Watson (GBR)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

De volta para o futuro!

Macacada, essa foto é de um  motor Honda Turbo V6 da década de 80, gostei muito da imagem e como os motores V6  voltarão para a Fórmula 1 em 2014, achei interessante a lembrança. Abraço.

Cortina de fumaça na Ferrari

Kimi Raikkonen, Jean Todd e Felipe Massa, útlimo mundial conquistado pela equipe de Maranello
Tenho acompanhado há algum tempo a novela da renovação do contrato de Felipe Massa com a Ferrari, confesso que até a poucos dias atrás, dava como certa a continuação do pimpão brasileiro na equipe italiana.

Nomes como incrível Hulkenberg e Chapolim colorado Pérez eram cotados para comer uma bela macarronada na equipe de Maranello, porém, existe algo que não se encaixa em tudo isso.

Temos um piloto campeão mundial de F1, que está dando show nessa temporada e que até o momento não assinou contrato com nenhuma equipe para o ano que vem.

O nome do cabra é Kimi Raikkonen, campeão mundial de 2007, o "Iceman" até agora não se pronunciou e diante das surpresas ocorridas na "dança das cadeiras" da categoria máxima do automobilismo, não seria loucura pensar em uma troca de equipes entre Massa querido e o excêntrico finlandês.

Alonso falou há duas semanas: "Não vejo necessidade de trocar de piloto se não há ninguém melhor que Felipe disponível.", naquela semana falei que Alonso estava protegendo o brasileiro justamente porque o pimpão não lhe dava trabalho na Scuderia macarrônica, Raikkonen com certeza é um dos melhores pilotos da categoria, e está livre.

Agora pergunto a vocês, pachecos queridos: Será que todos os nomes cotados para ocupar a vaga de Massa na Ferrari, estão sendo usados para fazer uma "cortina de fumaça" enquanto a Ferrari negocia com o último piloto a vencer um título da F1 com os carros italianos? Aquele abraço!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Pachecada! Chegou o momento da desforra

Chegou a hora meu povo, vamos nos vingar!!! Essa deve ter sido a primeira frase que passou na mente dos pachecos de plantão assim que a Mercedes anunciou a saída de Schumacher e a contratação de Lewis Hamilton.

Há muito tempo não acompanhava tamanha comoção das pessoas em terras tupiniquins, a última vez que pude observar algo parecido  foi em 1994, no velório do grande Ayrton Senna.

Claro que ninguém saiu nas ruas com bandeiras em punho nem nada parecido, como estamos em um mundo moderno, ao invés de avenidas lotadas, tivemos fóruns automobilísticos lotados. Nas passeatas internéticas, pessoas bradavam contra o assassino das vitórias brasileiras nas pistas da F1, o diabo que outrora apunhalou as almas pachecas,  finalmente pagará por todos os crimes que cometeu no passado.

Barrichello cede vitória para Schumacher em 2001
A torcida um dia oprimida, agora é maioria e ninguém pode calá-los, afinal, a justiça está ao lado do povo, tardou 10 anos desde o fatídico GP da Áustria de 2002, mas não falhou, a hora é agora e a pachecada não pode perder tempo.

Meus macaquinhos, se algum de vocês é contra tudo isso, cale-se, pois poderá ser exilado ou colocado na cruz, já me juraram jogar no fogo da inquisição, a hora de falar já passou, agora o arrastão começou e nada vai fazer esse ritual satânico terminar.

O partido moderado é maioria entre os "cabeças" da revolução, diz que o heptacampeão mundial de Fórmula 1 é o pior piloto da temporada, os exaltados querem matar o pobre veterano de 43 anos.

Diante do cenário diabólico que a internet apresenta, hereges como eu devem defender o seu ponto de vista dentro das trincheiras dos seus blogs, e é o que farei agora com um diálogo entre o pacheco e o especialista em Fórmula 1:

Pacheco:Schumacher realmente fez 3 temporadas medianas na F1 e teve momentos ridículos como o vivido em Cingapura ao bater na traseira do carro de Vergne;
Especialista:Porém, meninos bons, cabras da peste como Grosjean e Maldonado não fizeram coisas muito diferentes, mas esses podem,são arretados, o amigo de Hugo Chavez até venceu corrida!


Pacheco: Schumacher subiu ao pódio, mas tem levado um baile do seu parceiro de equipe Nico Rosberg;
Especialista:Felipe Massa não tem nenhum pódio na temporada, fez 25% dos pontos do seu parceiro de equipe, enquanto Schumacher fez 45%, realmente, ele é  pior mesmo 

Pacheco: Não entendi, você foi irônico? Mas o Schumacher é muito lento!!!
Especialista: Pode ser, mas acho que tem outros que são mais lentos, vejamos o placar do grid de largada entre os companheiros de equipe meu pachequinho querido:

Alonso 13x1 Massa   Hamilton 10x4 Button   Ricciardo 11x3 Vergne   Maldonado 10x4 Senna
                                       ROSBERG 7 x7 Vovô Schumacher   

Schumacher não foi tão bem como esperava em sua volta a maior categoria do automobilismo mundial, mas também não está tão mal como pintam por aí, respeito é bom e todo mundo gosta.

 Agora comentem. O que vocês pensam a respeito da volta de Schumacher para a F1? Abraço

Como me sinto na segunda-feira

Assim...

Além dos campos de futebol: o outro Fenômeno brasileiro

                        Jones e Belfort na tradicional encarada pós-pesagem para o evento principal do UFC 152


Caros leitores do Live Timing Motorsport, bem-vindos à sessão Drops do Esporte!

No último dia 22, o brasileiro Vitor Belfort entrou no Octógono mais famoso do mundo para desafiar o lutador norte-americano e novo fenômeno no mundo das lutas, o atual campeão da categoria dos pesos meio-pesados do UFC, Jon Jones. 

Com 24 anos, “Bones”, como é apelidado dentro do mundo da luta, estreou no MMA em 2008 e sagrou-se campeão do UFC há pouco mais de 1 ano e meio, passando por cima de todos os melhores lutadores da categoria, incluindo nessa lista feras como Vladimir Matyushenko, Mauricio Shogun Rua, Quinton Rampage Jackson, Lyoto Machida e Rashad Evans. O meninão simplesmente atropelou lendas do MMA, e com louvores, diga-se de passagem.

 Pra encurtar a história toda, a verdade é que ninguém no mundo da luta nunca bateu neste jovem senhor de 1,93m e aproximadamente 100kg (sua única derrota foi por desclassificação contra o veterano Matt Hamil, por aplicar cotoveladas ilegais quando passava o trator por cima do “The Hammer”).

Há mais ou menos um mês, o adversário de Jon Jones para o UFC 151 e também americano Dan Henderson se machucou e o campeão ficou sem adversário para a disputa. O chefão do UFC, Dana White, tentou imediatamente colocar novos adversários na disputa, como o falastrão e (ex)desafeto do brasileiro Anderson Silva, Chael Sonnen, mas que foi recusado por Jones, que alegou pouco tempo para se preparar para o novo adversário, fato que gerou mal estar entre Jones e Dana, já que todo o evento acabou sendo cancelado.

 Entrou em cena então o veterano lutador brasileiro Vitor Belfort, peso médio do UFC, que se disponibilizou a subir de categoria e enfrentar Jones no UFC 152, a apenas quatro semanas do evento.


Momento final da luta

A luta não acabou bem para o brasileiro, que foi finalizado no quarto round com uma bela chave de braço, Ude Garami (o nome original em japonês) ou Americana, para os praticantes da Arte Suave. Fato é que mesmo perdendo, Belfort aceitou o desafio recusado por outros nomes da categoria, como Lyoto e Shogun (alegaram falta de tempo), e ganhou moral com a organização, já que “The Phenom” estaria quebrando um galho para o chefão Dana White, que chegou a dizer que Vitor aceitou o desafio porque é da mesma geração que lutadores como Chuck Liddell e outros, fazendo referência à velha guarda do MMA, atletas que levaram o esporte ao patamar em que está hoje. 

Momentos depois da luta, vi o comentário de uma pessoa nas redes sociais dizendo que “Belfort sempre decepciona”. Inconformado com tais dizeres, escolhi esse tema da minha primeira matéria como colaborador do blog.

Belfort não é chamado de fenômeno à toa. Com apenas 19 anos foi campeão do GP dos pesos pesados do UFC, sendo considerado o mais novo “campeão” da organização (o formato da competição era diferente do adotado hoje). Depois, em 2004, voltou para o UFC e foi campeão dos meio-pesados batendo ninguém menos do que Randy “The Natural” Couture, outra lenda do esporte.


Isso sem contar o drama pelo qual passou em sua vida pessoal (sua irmã desapareceu e até hoje não foi encontrada). O recado que eu deixo para vocês é esse galera: antes de dizer que “Belfort sempre decepciona”, ou então que “arregou” no duelo contra Wanderlei Silva no TUF Brasil quando fraturou a mão, aprendam a valorizar os ídolos do esporte, que treinam duro todos os dias, muitas vezes não têm incentivo nenhum, e ainda são menosprezados pelos fãs (o mesmo recado vale para os atletas das Olimpíadas!!!). 

Tenho que concordar com o saudosista chefe do UFC e reconhecer a importância de Vitor Belfort na história do MMA. No útimo dia 22, lutou em uma categoria acima da sua, enfrentando um adversário genial, 11 anos mais novo, 11cm maior e mais pesado que ele, e quase levou a luta encaixando um armlock no começo do primeiro round. Sinceramente, não sei que tipo de feito extraordinário alguém pode realizar para chamar Belfort de decepcionante.

Sem mais delongas, me despeço de todos agradecendo e torcendo para que tenham gostado do texto! Abraços à todos, semana que vem tem mais!


                                      - Ex-atleta de judô de alto rendimento
Postado por:                     - Estudante da UNICAMP no curso de Ciências Sociais 
Luiz Henrique Mauad         email:contatoltiming@live.com